Dois anos de Policiamento Comunitário em Alegrete

img-20161121-wa0028Há dois anos realizando um trabalho mais próximo da comunidade, o Policiamento Comunitário de Alegrete conta com oito policiais, quatro na Zona Leste e quatro na Cidade Alta. É notável o quanto é positivo o contato com às famílias nos bairro. Desde que começaram a atuar, vários crimes e delitos diminuíram em bairros de Alegrete. A presença dos policiais mais próximos às pessoas, nos bairros, ajuda a inibir a ação de roubos,furtos, perturbação, entre outros. A reportagem ouviu dois policiais que fazem parte dos núcleos e professoras de escolas, além de empresários, para saber qual a avaliação do trabalho neste período.

Quanto ao policiamento Zona Leste, o soldado Clímaco enfatiza que aquela área é considerada mais crítica. Mas que ao longo deste período essa proximidade com a comunidade já auxiliou para que em muitos crimes houvesse uma pronta resposta e fosse solucionado. “As pessoas se sentem mais seguras para fazer denúncias e assim, nos auxilia a elucidar delitos em pouco tempo” – destaca

A vice-diretora da EEEB DR Lauro Dornelles, Cristina Rosauro, falou que os policias são parceiros na luta contra as drogas e violência. “Sempre que solicitado fomos atendidos de forma rápida e muito eficaz. É um efetivo bastante atuante” – diz a professora(Zona Leste)

Gerson Manganeli, proprietário do Mercado Manganeli, destaca que a presença dos policiais junto à comunidade e mais atuante nos bairros ajuda a inibir muitas ações de delinquentes e vê de forma muito positiva o patrulhamento ostensivo.(Zona Leste)

O soldado Sandro, que faz parte do policiamento Cidade Alta, esta no núcleo desde o início. Ele também enfatiza o quanto foi benéfico para a comunidade naquela região. Alguns pontos como a Praça do Bebedouro e o bairro Assunção que tinham alto índice de tráfico,  devido ao policiamento houve uma considerável redução.

Já Rosélia Mallman vice- diretora do Colégio Emílio Zuñeda, argumentou que o policiamento foi fundamental para a solução de alguns problemas nas adjacências da escola. Ela cita como exemplo os grupos que ficavam nas esquinas. ” Na maioria não eram alunos e isso sempre deixava alguns pais apreensivos” – comenta(Cidade Alta)

“A melhora foi significativa. Nesta região sempre havia incidência de vários furtos e assaltos. O policiamento comunitário contribui muito para a segurança” – relata o empresário Gustavo Pandolf do Supermercado Casa do Frango(Cidade Alta).

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