GAÚCHA: Auxílio-moradia para os PMs do comunitário de Caxias será pago até 10 de janeiro

Pagamentos estão atrasados desde setembro

Por: Suelen Mapelli

Os 36 policiais militares de Caxias do Sul que estão sem receber o auxílio-moradia desde o mês de setembro receberão os valores até o próximo dia 10. A renovação do convênio com o município foi publicada no Diário Oficial do Estado na sexta-feira.

O convênio é válido por seis meses, a contar a data de 17 de setembro de 2016, quando venceu. De acordo com o secretário de Segurança Pública e Proteção Social de Caxias, José Francisco Barden da Rosa, a prefeitura precisa ainda receber o documento do governo do Estado porque, até as 10h desta segunda-feira só tinha a cópia da publicação no Diário Oficial. A Expectativa é de que no início da semana que vem os valores sejam repassados ao Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública (Consepro), que deposita nas contas dos PMs. Como o fechamento de algumas contas é feito apenas no dia 10, há esse prazo máximo. Ele afirma que o pagamento será retroativo. O valor do auxílio é de R$ R$ 793,53 por mês.

Os policiais que não estão recebendo em Caxias são os que compõem os 11 primeiros núcleos de implantação do policiamento comunitário no município. Ao todo, são 72 PMs comunitários em Caxias. O valor para o pagamento do auxílio já está empenhado pelo município de Caxias, mas dependia da assinatura do governo do Estado.Já em Bento Gonçalves, onde o convênio venceu em abril, não há data de quando será oficializada a renovação. O município têm 28 servidores sem receber o auxílio-moradia. Assim como em Caxias, o valor está empenhado. São R$ 729 para cada policial.

Em Bento, o dinheiro do auxílio é o arrecadado com o pagamento do estacionamento rotativo regulamentado. A secretaria de Segurança do Estado afirma que todos os convênios serão renovados por seis meses porque o Estado está revendo esse programa de polícia comunitária. A secretaria, por meio da assessoria de imprensa, vem afirmando que a demora na renovação ocorre por trâmites burocráticos.Nesse modelo, implantado em 2012, as prefeituras pagam o auxílio-moradia para os policiais morarem no bairro onde vão atuar. O Estado fornece o efetivo, além de viaturas, armas e coletes balísticos.

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