G1: Ex-jogador do Vasco e Fluminense, Diguinho é preso suspeito de agredir policial militar em Canoas

Último clube em que Diguinho jogou foi o Vasco da Gama (Foto: Paulo Fernandes / Vasco.com.br)

De acordo com a Brigada Militar, ele deu um tapa em um policial. Jogador foi liberado da delegacia após assinar um termo circunstanciado.

Por G1 RS

O ex-jogador do Vasco e do Fluminense Rodrigo Oliveira de Bittencourt, mais conhecido como Diguinho, de 34 anos, foi preso na noite de quinta-feira (12) após agredir um policial militar durante a Oktoberfest de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

De acordo com a Brigada Militar, ele deu um tapa em um policial e precisou ser contido por outros agentes. Diguinho foi levado à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e liberado após assinar um termo circunstanciado, que é um registro para infrações de menor potencial ofensivo.

Diguinho responderá ao processo em liberdade. O G1 tentou contato com o jogador, mas não teve as ligações atendidas.

Carreira no Rio de Janeiro

Natural de Canoas, Diguinho iniciou sua carreira como jogador profissional de futebol no Cruzeiro, de Porto Alegre. Depois passou pela Ulbra, de Canoas, e mais tarde foi transferido para o Mogi Mirim, no interior paulista.

Ele se destacou, no entanto, no futebol carioca. O primeiro clube onde autou no Rio de Janeiro foi o Botafogo, onde permaneceu de 2005 até 2008. No ano seguinte foi transferido para o Fluminense, onde ficou até 2014. O último clube onde passou foi o Vasco da Gama, com o qual rescindiu o contrato em maio deste ano.

Outra polêmica

O jogador foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2012, junto com o ex-companheiro Emerson Sheik, por contrabando e lavagem de dinheiro na aquisição de uma BMW X6 importada de forma ilegal dos Estados Unidos.

À época, Diguinho se disse vítima de Sheik, de quem comprou o veículo. O ex-jogador afirmou que não tinha conhecimento que o automóvel havia sido importado ilegalmente e exigiu uma indenização do atacante, com quem jogou no Fluminense, na Justiça.

O caso tramita na 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

 

1 Comentário

  1. agredir Policial deveria tomar no mínimo 10 anos de cadeia mais multa e indenização, mas como vivemos num Pais de impunidade e dirigido por bandidos, não dá nada. Se fosse num pais de primeiro mundo tava apodrecendo no fundo de uma cadeia. Por isso no Brasil qualquer pé de chinelo vagabundo agride Policial, pois sabe que não dá nada. Já tou na Reserva a 14 anos, no meu tempo no mínimo entregaria ele com o lombo marcado a cacete na DP.

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