PM que morreu na Freeway será sepultado em Itaara

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12390907_938321566204412_2951577144853597436_nCorpo de Marco Antonio Huber Dagios, 31 anos, deve chegar por volta das 18h desta segunda-feira

Será velado e sepultado em Itaara, na Região Central, o corpo do policial militar que morreu após se envolver em um acidente de trânsito na Freeway, em Porto Alegre.

Marco Antonio Huber Dagios, 31 anos, foi encontrado sem vida por volta das 8h desta segunda-feira em meio à vegetação às margens da BR-290, na altura do Km 91, sentido Capital-Litoral.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) suspeita que o acidente tenha acontecido durante a madrugada. Dagios estava sozinho em um Ford Fiesta com placas de Itaara.

De acordo com tio do PM, Rony Sérgio Carnieletto (PP), atual prefeito de Itaara, ele estaria voltando da casa da namorada.

– Não sabemos nada do que aconteceu. Ele pode ter dormido na direção, pode ter havido excesso de velocidae. Não sabemos nem quando aconteceu – declara o prefeito.

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O translado do corpo está sendo feito pela Brigada Militar (BM) da Capital. A previsão é de que o corpo de Dagios chegue em Itaara às 18h, onde será velado no Cemitério Municipal. O enterro deve acontecer no começo da manhã de terça-feira.

O PM era natural de Santa Maria, mas tinha familiares em Itaara. Os pais dele, Nia Huber Dagios, professora aposentada, e Clóvis Vicente Dagios, aposentado da Polícia Civil, moravam no município, mas estavam na Capital visitando o filho.

– Uma coincidência terrível. Eles moram aqui (Itaara), mas estavam em Porto Alegre a pedido dele. O Marco Antônio não tinha muito tempo livre e pediu para os pais irem dar uma ajuda com o apartamento. Eles iam voltar na quarta, mas agora voltam com o corpo do filho – lamenta Carnieletto.

O militar era solteiro e não tinha filhos. Além dos pais, ele deixa um irmão, Thiago, que também é aposentado da Polícia Civil. O PM santa-mariense morava em Porto Alegre há cerca de sete anos, onde atuava como policial no 20º Batalhão da Polícia Militar.

– Ele se criou junto com a gente, com os meus filhos. Todos os meses que ele vinha, ele chegava aqui em casa. Jantava com a gente. Era um gurizão empolgado com a vida, alegre. Levava tudo do jeito mais fácil – recorda Carnieletto.

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