AM- Policial Militar é preso por se negar a trabalhar aos trapos é farrapos

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menesesPoliciais não recebem fardamento a mais de 4 anos.

Outros estão sendo perseguidos por lutarem por seus direitos.

Manaus|AM – Um fato revoltante chamou a atenção da Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam) nesta terça-feira (12). O soldado PM Hernandes Menezes, Diretor Ouvidor da Apeam, recebeu voz de prisão após informar com antecedência seu comandante que não possuía fardamento em condições adequadas para tirar serviço. Em resposta teve sua prisão decretada junto à Diretoria de Justiça e Disciplina (DJD), no Comando Geral, em Petrópolis, zona sul da capital.

O praça havia emitido um ofício informando de sua necessidade e mesmo assim o comandante do Batalhão de Policiamento de Guardas (BPG), Tenente-Coronel Saunier, não levou em consideração o argumento do policial e o questionou perante outros oficiais. Os advogados da Apeam acompanharam a situação e entraram com uma impugnação contra as alegações do oficial que, ao ver pelo âmbito jurídico, não possuem fundamento. Mesmo diante dos argumentos da defesa, o flagrante foi realizado com base no Art. 298 do Código Penal Militar (CPM), ou seja, desacato a superior.

No local, ainda houve coação por parte de dois tenentes-coronéis ao jornalista e assessor de imprensa da Apeam, Waldir Adriano, que acompanhava o andamento da prisão. O celular do profissional da comunicação foi tomado de seu bolso para que fosse apagado os registros do momento em um dos oficiais havia se exaltado e estaria humilhando-o.

O Dr. Julio Cesar Corrêa irá recorrer a justiça militar para garantir a liberdade do diretor da entidade. O pedido de soltura do soldado deverá ser apreciado pelo juiz de direito militar nos próximos dias. Enquanto isso ele deve permanecer detido no Núcleo de Implantação do Presídio da Polícia Militar (NIPPM), conhecido como Batalhão de Guarda, localizado no bairro Monte das Oliveiras, na Zona Norte de Manaus.

Situações como essa deixam aparente a prioridade com que é tratado o parecer de um oficial junto ao Comando da Instituição. Mais uma vez um soldado terá sua liberdade cerceada por questões disciplinares sob embasamento subjetivo. Uma medida totalmente desproporcional e que deve ser mudada apenas após o fim da pena restritiva de liberdade através da implantação de um Código de Ética.

A associação dos praças manifesta profundo respeito e apoio incondicional ao Soldado PM H.Menezes. Sabe-se que procedimentos como esses são costumeiros e lutamos para mudar esse sistema para garantir dignidade ao profissional da segurança pública que atuam na linha de frente.

Fonte: AssCom APEAM

Jornal de Humaitá

CORREIO BRIGADIANO: Policial é preso por abandono de posto em Canoas

IMAGEM ILUSTRATIVA
IMAGEM ILUSTRATIVA

(abc/Correio) – A situação requerer que se saiba de tudo que ocorreu no local. Seja como for, até onde sabemos no auto de prisão em flagrante o crime foi o abandono de posto, se assim for, não entendo como ele poderia abrir a porta para sua superior, mesmo que tenha demorado para o fazê-lo, se supostamente havia abandonado o posto?

Por esta e outras que minha opinião é que este regulamento precisa ser urgentemente modificado, não é admissível que um policial, pai de família seja preso por uma infração administrativa, ou crime militar como queiram.

Que seja revisto este regulamento e que seja punido com suspensão ou algo similar, quem sabe na terceira suspensão que venha a expulsão.

Agora, ser preso por um picuinha destas é que não dá para aceitar. Ser jogado junto a criminosos, ladrões, assaltantes, no meio de verdadeiros criminosos, embora ainda que seja em um presídio militar, não está correto.

A liberdade é o bem maior e não deveria ser privado por motivos tão banais.

 – (abc/Correio) – JLK

Policial Militar, o qual não iremos fornecer o nome para preservar sua identidade, foi preso hoje, 14/07 pela Oficial. Conforme divulgado em grupo fechado do WhatsApp a Capitã deu a voz de prisão ao soldado por abandono de posto, ou por estar dormindo no posto, ainda não esta bem esclarecido.

Ao chegar na Cia o soldado teria demorado a abrir a porta e estava sem o cinto de guarnição, o que na visão da capitã comprovaria que ele estivesse dormindo no posto.

Soldados que conhecem a anos o soldado relataram no grupo que o soldado não tem boca para nada, guri bom, só fazia o dele na permanência e mais nada. Muitos estão indignados e achando muito injusto tudo isto.

Um policial militar relatou que esteve na casa da família do soldado que foi preso, informou que ao contar a situação para a esposa que estaria com um dos filhos no colo e chorando, o policial quase chorou junto. As palavras do policial foram:

“Quase chorei junto,ver a família de um colega e amigo assim é f…, por uma besteira, cheio de vago na rua, a brigada caindo aos pedaços, nem receber em dia recebemos e é esse o estimulo dos nossos superiores que temos”.

Conforme o advogado do soldado, Dr Fábio, o soldado será levado para o Departamento Médico Legal para exames e posterior para o Batalhão de Policia de Guarda. O advogado já fez o pedido de liberdade provisório e no mais tardar deve acontecer amanhã a tarde.

LINK DA NOTICIA  NO CORREIO BRIGADIANO AQUI

FONTE: Grupo Fechado WhatsApp

FATO SEMELHANTE TAMBÉM OCOREU EM PERNAMBUCO

267adb95de2b01c7bde48797cc310d15Quatro policiais militares lotados no 16º Batalhão foram presos acusados de terem saído da rota de trabalho, na noite desta terça-feira (24). De acordo com as normas do Código de Conduta Militar, esse tipo de infração é considerada gravíssima e cabe sanção penal.

Os PMs foram localizados pelo GPS da viatura e levados à Corregedoria para prestar esclarecimento. Todos foram autuados por desobedi&eciecirc;ncia e abandono de posto e encaminhados ao Centro de Reeducação da Polícia Militar (Creed).

Representantes da Associação de Cabos e Soldados estiveram no local e questionaram a punição dada aos policiais. “(a prisão) feriu o princípio de razoabilidade e da proporcionalidade. Nenhum trabalhador ao cometer qualquer tipo de infração, não comprovada, vai ser levado para a prisão por causa disso”, questiona o presidente da Associação, Albérisson Carlos.

De acordo com ele, os policiais teriam saído da rota para poder jantar, já que o Batalhão onde eles são lotados não oferece local adequado para os PMs se alimentarem. “Eu desafio o Estado mostrar qual batalhão tem estrutura para os policiais militares fazerem, de maneira humana e decente, suas refeições”, finalizou Albérisson.

TV Jornal