Pazuello prevê vacinação de professores e policiais em abril

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NOTA ABAMF

Após varias solicitações e pressão das entidades de PMs e Policiais Civis ao Governo Federal, finalmente a agonia da categoria está próximo de ser otimizada contra a covid 19.

A ABAMF, ASSTBM e ASOFBM participaram de inúmeras reuniões via online com autoridades do Governo Federal, o próprio Ministro da Justiça juntou forças para viabilizar nossa vacinação.

Não seria possível vacinar presos e depois policiais. Por isto as entidades de classe da BM exigiram a vacinação dos PMs.

Com quase 30% do efetivo da BM doente pelo Covid 19, chega de hipocrisia e descaso.

Independentemente desta ação politica em Brasília junto ao Ministério da Saúde e também da Justiça a ação judicial das entidades da BM estão na justiça aguardando despacho da Magistrada.

Discurso do ‘balanço final da gestão’ do general na Saúde está sendo preparado, antes de passar o bastão para o novo ministro, Marcelo Queiroga

No encontro com chefes de poderes marcada para esta quarta-feira (24), Eduardo Pazuello dirá que entregará o Ministério da Saúde com cerca de 500 milhões de doses de vacina compradas e que, a partir de abril, o Brasil poderá iniciar a vacinação de pessoas com comorbidades, além de categorias específicas, como professores, policiais, bombeiros e funcionários públicos que atuem no serviço funerário.

O ministério da Saúde informou à CNN que o início da vacinação de novos grupos será possível porque estima-se que, em abril, o governo alcance 90% de imunização daqueles que estão sendo vacinados atualmente, como idosos e profissionais da saúde.

O discurso está sendo preparado, neste que deve ser o balanço final da gestão de Pazuello antes de passar o bastão para o novo ministro, Marcelo Queiroga. Como a CNN divulgou, Pazuello afirmou que ficará até quarta na pasta. A demora para a posse do novo ministro ocorreu por causa de vínculos até então mantidos por Queiroga com empresas e a presidência da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Pazuello também pretende comparar como recebeu a pasta das gestões do ex-ministros Nelson Teich e Henrique Mandetta, e como irá entregá-la. Para ele, sob condições melhores.