Lojistas pedem mais policiamento no Centro de Pelotas

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"Todas as nossas ações planejadas para este ano foram quebradas em função da crise", diz Pithan (Foto: repórter fotográfico)
“Todas as nossas ações planejadas para este ano foram quebradas em função da crise”, diz Pithan (Foto: repórter fotográfico)

Falta de segurança afeta os índices de vendas, diz Sindilojas

Durante a reunião, o comandante Pithan informou que projetos que visam mais segurança estão sendo avaliados

O comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel André Luis Pithan se reuniu com lojistas de Pelotas para tratar da segurança do comércio, em especial na região central da cidade.

O presidente do Sindilojas, Gilmar Bazzanella, destacou que o objetivo da ocasião era proporcionar uma oportunidade de compartilhar questões que estão ocorrendo no comércio local e buscar soluções conjuntas que beneficiem toda a sociedade. “Não podemos permitir que a falta de segurança iniba o empreendedorismo. Empresas estão sofrendo com assaltos, diariamente ocorrem pequenos furtos, os colaboradores ficam emocionalmente abalados e o consumidor reduz a circulação nas ruas, isso afeta diretamente os índices de vendas e, por consequência, a arrecadação de impostos. Precisamos desse apoio do governo”, salientou.

Pithan informou que diversos projetos estão sendo feitos para coibir a criminalidade na cidade e está ciente das ocorrências que vêm acontecendo na região comercial de Pelotas. “Todas as nossas ações planejadas para este ano foram quebradas em função da crise, seja por desmotivação do efetivo, seja pela falta de recursos. Sabemos que a crise vai passar, mas precisamos restabelecer o trabalho que vinha sendo desenvolvido”, frisou o comandante.

Ainda de acordo com Pithan, há projetos em avaliação para implantação de um aplicativo de atendimento virtual, desenvolvido em parceria com a Faculdade Senac, novos rádios com GPS nas viaturas, projeto de software para gravação das ligações telefônicas do 190 e também do Bike-Patrulha, efetivo policial específico para monitoramento da área central. Porém, todos dependem atualmente de fontes que não sejam públicas, através de parcerias ou apoio privado.

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