“Brasil tem de ser passado a limpo, doa a quem doer”, diz Sartori sobre pedidos de prisão de cúpula do PMDB

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Sartori espera que as instituições funcionem com independência e seriedade Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
Sartori espera que as instituições funcionem com independência e seriedade
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS

Governador comentou, por escrito, atitude do procurador-geral da República, Rodrigo Janot

O governador José Ivo Sartori (PMDB) comentou no final da tarde desta terça-feira, a pedido da reportagem do Pioneiro, os pedidos de prisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP), do senador Romero Jucá (PMDB-RR) e do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

— Espero que as instituições funcionem com independência e seriedade. Que se faça o que precisa ser feito, para recuperar a credibilidade e a economia nacional. Isso ainda vai longe, mas o Brasil tem de ser passado a limpo, doa a quem doer — disse Sartori, por escrito.

As prisões foram solicitadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por Renan, Sarney e Jucá estarem tentando barrar a Lava-Jato. Já o pedido de prisão de Cunha foi feito por ele continuar interferindo no andamento da Câmara dos Deputados.
O caso será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no Supremo.

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