PM’s da Patrulha Maria da Penha realizam palestra sobre ‘Violência contra mulher’ em Venâncio Aires

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Na manhã de quinta-feira, 23, em Linha Harmonia da Costa, no município de Venâncio Aires, através de um projeto Comunidade em Sintonia, a capitão Michele da Silva Vargas, Comandante da 3ª Companhia do 23°BPM juntamente com as Policiais Militares das 1ª e 2ª e 3ª Companhias da Brigada Militar de Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires, Soldados Julia Helfer Thier, Luana da Silva, Tais Pereira de Sena e Catiele Faller de Souza, integrantes da Patrulha Maria da Penha, ministraram uma Palestra sobre “Violência contra mulher”, onde um público de aproximadamente 300 pessoas esteve presente.
A problemática da violência doméstica se torna importante porque a mulher tem direito ao acolhimento humanizado e diferenciado pelo trauma sofrido. Por isso, o objetivo da Patrulha é fazer visitas semanais às casas de vítimas de violência que possuem medidas protetivas para tentar garantir a segurança dessas mulheres, prevenindo novas agressões.
Os Policiais Militares, oportunizam consequências positivas no campo legal com vista à garantia dos direitos humanos e o respeito pelos valores subjetivos da pessoa, auxiliando as vítimas para que possam ser capazes de superar o problema.
Os assuntos abordados na palestra incluíram a importância do combate à violência contra a mulher, formas de denúncia, ciclos da violência e a importância das vítimas não se calarem e registrarem ocorrência quando estiverem sofrendo alguma violência física ou verbal.
A capitão destacou que as ações da Patrulha Maria da Penha estão sendo expandidas por estratégias de prevenção. Através de iniciativas de conscientização das pessoas acerca do tema, da humanização nos procedimentos e atendimento a essas mulheres, e por meio do compromisso e da consolidação de um trabalho integrado entre a rede de atendimento, poder público e sociedade é possível obter resultados concretos na redução dos índices de violência contra a mulher. A violência doméstica não é uma questão apenas da mulher, mas sim familiar. Quando uma mulher é assassinada, a família é destruída, destacou.

Informações e foto: BM

Rádio Santa Cruz AM 550