52 anos de luta pela dignidade dos brigadianos

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Uma das grandes mobilizações realizadas pela ABAMF
Uma das grandes mobilizações realizadas pela ABAMF no centro de Porto Alegre

A ABAMF completou, dia 15 de abril de 2014, 52 anos de luta pela dignidade dos brigadianos. E dignidade para a ABAMF não é apenas mais uma palavra; é respeito, boa condição de vida e de trabalho, é o reconhecimento da importante atividade dos policiais e bombeiros militares gaúchos, é bom salário, são horas de descanso e lazer com a família e amigos, é ter uma casa em condições para viver, é garantir direitos de ativos e inativos.

Nesses 52 anos a ABAMF participou de centenas de lutas e obteve muitas conquistas, que apesar de já estarem incorporadas aos ganhos foram resultados de mobilização e muita negociação. A valorização dos soldados, sargentos, tenentes e até oficiais, avança lentamente sob o olhar constante e pressão ininterrupta dessa representação. Se engana quem pensa que reajustes e ganhos reais são concedidos automaticamente. Sem a presença da representação da categoria é fácil ao governante abafar movimentos com ameaças e castigos. Mas, a ABAMF representa legalmente os militares e toma a frente em movimentos reivindicatórios e na proteção dos trabalhadores fardados.

Atualmente, a ABAMF realiza o trabalho da formiguinha. Já que não é possível conseguir grandes índices de uma só vez, a entidade faz uma soma de todos os ganhos possíveis de serem alcançados para assim melhorar os salários na Brigada Militar(BM). E o objetivo principal aos 52 anos será aplicar o ingresso para soldado somente com a escolaridade de nivel superior e o plano de carreira. Isso já aconteceu com as outras forças de segurança e deve valorizar e qualificar a BM.

A ABAMF trabalhar bem e representar ainda melhor os brigadianos. Esse é, e sempre foi, o principal motivo da existência dessa representação. A ABAMF deseja a União e Valorização da categoria.

Por isso, a diretoria e todos os associados e parceiros da ABAMF estão de Parabéns, também, nesta data especial.

Paulo Rogério N. da Silva

Jornalista ABAMF