Falta de horas-extras afeta atendimento admistrativo de quartéis de bombeiros da Serra

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Quartel de São Marcos chegou a ficar fechado Foto: Jonas Ramos /Agência RBS
Quartel de São Marcos chegou a ficar fechado
Foto: Jonas Ramos /Agência RBS

Moradores de Carlos Barbosa e Garibaldi precisam ir até Bento para entregar projetos de prevenção contra incêndios

Não são apenas as ocorrências urgentes, como acidentes ou incêndios, que são afetadas pela redução de horas-extras destinadas aos bombeiros da Serra. O trabalho de análise de Planos de Prevenção contra Incêndios (PPCIs) e vistorias também é afetado. Neste final de mês está suspenso um serviço feito pelo quartel de Bento Gonçalves em parceria com as prefeituras de Carlos Barbosa e Garibaldi.

Os dois municípios são atendidos pelo quartel de Bento. A análise de PPCIs só pode ser feita pelo bombeiro militar. Assim, para evitar que moradores de Carlos Barbosa e Garibaldi tivessem que ir até Bento para entregar um projeto, as prefeituras disponibilizaram uma sala para que, uma vez por semana, um servidor viesse de Bento Gonçalves. Neste mês, o serviço foi mantido por apenas 10 dias devido à falta de horas-extras, mas deve ser retomado no início de agosto.

Na semana passada, os quartéis de Flores da Cunha e São Marcos chegaram a fechar por falta de horas-extras. Uma complementação de horas na sexta-feira (22) permitiu a abertura das 8h às 20h. De acordo com o comandante dos bombeiros na Serra, tenente-coronel Cleber Valinodo Pereira, há a possibilidade de a região receber mais horas na quarte-feira, dia 27. Se isso acontecer, os quartéis de Flores da Cunha e São Marcos podem voltar a abrir 24 horas.

GAÚCHA