Vale do Caí: Região só vai receber mais policiais daqui a um ano

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Brigada Militar e Polícia Civil devem receber novos servidores em 2017

A esperança das autoridades da área de Segurança Pública do Vale do Caí e que os efetivos ganhem bons reforços até o final de 2017. O plano apresentado pelo Governo do Estado nesta semana prevê convocação de dois mil novos brigadianos e 661 policiais civis até o final de 2017. A primeira turma já será chamada em agosto deste ano. Outros dois chamamentos serão feitos no ano que vem. Além de reforçar os efetivos, haverá mais liberdade para horas extras dos servidores, que vinham sendo controladas até agora. Além dos policiais, o quadro de servidores da Susepe e IGP também será reforçado.

As medidas foram anunciadas pelo governador José Ivo Sartori. As ações representam R$ 166,9 milhões em novos investimentos na Segurança Pública até o início de 2018. “Nossa vontade era ter anunciado esta segunda fase muito antes, com medidas ainda mais abrangentes e profundas. Seria o ideal. Mas fomos ao limite do possível e do responsável até aqui. Essa diferença entre o ideal e o possível tem o tamanho da defasagem da estrutura do Estado”, afirmou o governador.

Reforço
O coronel Leodimar Aldo Mantovani, comandante regional da Brigada Militar, lembra que a primeira turma de policiais, formados em fevereiro do ano que vem, será destinada para a Região Metropolitana e Vale do Sinos. “Ali há 19 municípios que concentram 80 por cento da criminalidade”, observa. “Então acho justo que se comece por ali este enfrentamento ao crime”, aponta. Mantovani aguarda assim para o segundo semestre do ano que vem o reforço no efetivo, tão necessário para a Brigada Militar no Vale do Caí.

“Eu recebo esta notícia com muita felicidade”, exulta o delegado regional Marcelo Farias Pereira. “É uma boa notícia”, completa. Apesar de concordar que o efetivo da Polícia Civil na região é baixo, Pereira observa que é difícil apontar um número ideal de policiais. “Se viessem duzentos pra cá, teríamos trabalho para todos, mas claro que isto é impensável.

Então, se ano que vem vierem mais dez policiais, já melhora bastante o quadro”, finaliza.

Jornal Fato Novo